domingo, 25 de setembro de 2011
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Ladrilho hidráulico - riqueza de cores!
O ladrilho hidráulico teve origem nos antigos mozaicos bizantinos. Posteriormente, os muçulmanos aproveitaram estes conhecimentos para criar ladrilhos para suas obras de arquitetura.Os ladrilhos foram largamente aplicados na Europa como revestimento de paredes, sendo seu uso ampliado para pisos.
No Brasil, inicialmente, as peças foram todas importadas de Portugal, França e Bélgica. Somente no final do século XIX, um cônsul suíço ensinou os segredos da técnica de manufatura dos ladrilhos hidráulicos aos italianos residentes em São Paulo, surgindo as primeiras fábricas, sendo destinados apenas para revestimento de paredes e numa segunda etapa para pisos. A base para sua fabricação eram os lajotões de barro, sendo pintados à mão.
Sua fabricaçào continua obedecendo os métodos de 100 anos atrás, onde são colocados em uma forma de ferro, com moldes dos desenhos desenvolvidos em latão. Nestes moldes são colocadas uma mistura composta por pó de mármore, cimento branco e óxido de ferro. O óxido de ferro é que determina as cores das peças. Nesta fase o conhecimento do artesão é fundamental pois a pressão sobre o molde é feita manualmente, determinando sua perfeição e igualdade. Após esta fase, o molde é retirado, ficando, as peças, em repouso por 12 horas e enviadas para secagem natural, sem uso de fornos ou estufas por um período de 15 dias, por isso é chamado de hidráulico. Sendo um produto artesanal, sua produção diária é relativamente pequena.
O ladrilho pode ser usado em uma decoração mais rústica e fica muito bom no meio do cimento queimado, técnica chamada de cabochon.
O ladrilho tem vários tamanhos, geralmente ele tem 20cm x20cm, mas pode ser encontrado menor. Os desenhos feitos com ladrilhos formando o chamado tapete permanente também é um charme!
Esse revestimento pode tanto ser usado como piso, como nas paredes também. É só usar a criatividade!
No Brasil, inicialmente, as peças foram todas importadas de Portugal, França e Bélgica. Somente no final do século XIX, um cônsul suíço ensinou os segredos da técnica de manufatura dos ladrilhos hidráulicos aos italianos residentes em São Paulo, surgindo as primeiras fábricas, sendo destinados apenas para revestimento de paredes e numa segunda etapa para pisos. A base para sua fabricação eram os lajotões de barro, sendo pintados à mão.
Sua fabricaçào continua obedecendo os métodos de 100 anos atrás, onde são colocados em uma forma de ferro, com moldes dos desenhos desenvolvidos em latão. Nestes moldes são colocadas uma mistura composta por pó de mármore, cimento branco e óxido de ferro. O óxido de ferro é que determina as cores das peças. Nesta fase o conhecimento do artesão é fundamental pois a pressão sobre o molde é feita manualmente, determinando sua perfeição e igualdade. Após esta fase, o molde é retirado, ficando, as peças, em repouso por 12 horas e enviadas para secagem natural, sem uso de fornos ou estufas por um período de 15 dias, por isso é chamado de hidráulico. Sendo um produto artesanal, sua produção diária é relativamente pequena.
O ladrilho pode ser usado em uma decoração mais rústica e fica muito bom no meio do cimento queimado, técnica chamada de cabochon.
O ladrilho tem vários tamanhos, geralmente ele tem 20cm x20cm, mas pode ser encontrado menor. Os desenhos feitos com ladrilhos formando o chamado tapete permanente também é um charme!
Esse revestimento pode tanto ser usado como piso, como nas paredes também. É só usar a criatividade!
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Porta temperos: Faça você mesmo!
Para quem gosta de cozinhar, nada mais gostoso do que ter os temperos bem organizados e fácil de pegar, logo ali. Então, saiba que você mesmo pode fazer, ou melhor, pintar! Faça um porta temperos que combina com sua cozinha. Veja como ficou o meu:
Olha só como era antes:
Nas lojas que vendem produtos para artesanato você irá achar tudo que precisa para fazer o seu: tintas, pincéis, a madeira e os tubinhos, depois é só montar! Boa sorte!
Olha só como era antes:
Nas lojas que vendem produtos para artesanato você irá achar tudo que precisa para fazer o seu: tintas, pincéis, a madeira e os tubinhos, depois é só montar! Boa sorte!
domingo, 17 de julho de 2011
Tela listrada
Hoje fiz arte! Uma tela listrada. Super simples de fazer, ela fica bonita em inúmeros ambientes, o segredo está na combinação de cores.
Fiz essa tela sem pensar muitos nos meus ambientes, mas ao usar o tom de amarelo e azul, ela se encaixou perfeitamente com as cadeiras da copa que pintei de amarelo e com o tapete azul. Enfim, um colorido que deu certo!
A dica de hoje é essa, nunca deixe de ousar!
Fiz essa tela sem pensar muitos nos meus ambientes, mas ao usar o tom de amarelo e azul, ela se encaixou perfeitamente com as cadeiras da copa que pintei de amarelo e com o tapete azul. Enfim, um colorido que deu certo!
A dica de hoje é essa, nunca deixe de ousar!
domingo, 10 de julho de 2011
Poltrona estilo Luís XV ou Rococó
A poltrona Luis XV é muito bela, um clássico do mobiliário, pode ser usada para compôr uma decoração mais moderna. A mistura de estilos pode dar mais charme à sua casa. Não espero a hora de ter a minha!
Muitas pessoas criativas mudam o tecido dessa cadeira clássica, e adicionam a ela um tecido mais moderno, contemporâneo. Sinceramente, acho que essa jogada, diferencia e coloca sua marca, seu jeito, o seu estilo na poltrona. Ouse sempre!
O estilo Luís XV designa um estilo de decoração de interiores e mobiliário que se desenvolve a partir de França durante o reinado de Luís XV, entre aproximadamente 1730 e 1750-60 (não englobando todo o período do reinado até 1774). Este estilo é influenciado pelas linhas fluidas e graciosas dorococó e pelo seu repertório de motivos ornamentais, situando-se entre o estilo regência, onde já dá os primeiros passos, e o estilo Luís XVI, que se caracteriza por uma maior rigidez e austeridade. É considerado um dos estilos estéticos franceses de maior impacto, sendo, por isso, alvo dos mais diversos revivalismos ao longo do tempo.
De um modo geral, a estética vai estar ao serviço da mentalidade da época, da busca dos prazeres do cotidiano e intimamente ligado à figura feminina, a sua maior inspiração e a autoridade em matéria de decoração na corte. Provavelmente a figura de maior destaque no impulso das artes decorativas é Madame de Pompadour, amante do rei, que o incentiva a promover a produção artística, como no caso da oficina de porcelana de Vincennes (mais tarde Sevres) de onde originam muitas das peças usadas neste estilo. Muitas pessoas criativas mudam o tecido dessa cadeira clássica, e adicionam a ela um tecido mais moderno, contemporâneo. Sinceramente, acho que essa jogada, diferencia e coloca sua marca, seu jeito, o seu estilo na poltrona. Ouse sempre!
sábado, 9 de julho de 2011
Ânfora
O que é Ânfora? Você imagina? Nada muito complicado, uma linda cerâmica de origem grega. Ontem vi em um antiquário e achei lindíssima, o dono da loja disse que era pintada com motivos egípcios, Conheça mais sobre essa bela cerâmica:
Ânforas são vasos antigos de origem grega de forma geralmente ovóide e possuidoras de duas alças. Confeccionados em barro ou terracota, com duas asas simétricas, geralmente terminado em sua parte inferior por uma ponta ou um pé estreito, e que servia sobre tudo para o transporte e armazenamento de gêneros de consumo, tal como a salmoura. Era usada pelos gregos e romanos para conter sobretudo líquidos, especialmente o vinho. Servia também para conter azeite, frutos secos, mel, derivados do vinho, cereais ou mesmo água.
A palavra "ânfora" vem do latim amphora, que por sua vez é derivada do grego αμφορεύς (amphoreus), uma abreviação de αμφιφορεύς (amphiphoreus), uma palavra composta combinando amphi- ("nos dois lados", "duplo") e phoreus ("carregador"), do verbo pherein ("carregar").
Fontes:
Tabela de Dressel
Roma Sotterranea
Internet Archeology
Ânforas são vasos antigos de origem grega de forma geralmente ovóide e possuidoras de duas alças. Confeccionados em barro ou terracota, com duas asas simétricas, geralmente terminado em sua parte inferior por uma ponta ou um pé estreito, e que servia sobre tudo para o transporte e armazenamento de gêneros de consumo, tal como a salmoura. Era usada pelos gregos e romanos para conter sobretudo líquidos, especialmente o vinho. Servia também para conter azeite, frutos secos, mel, derivados do vinho, cereais ou mesmo água.
A palavra "ânfora" vem do latim amphora, que por sua vez é derivada do grego αμφορεύς (amphoreus), uma abreviação de αμφιφορεύς (amphiphoreus), uma palavra composta combinando amphi- ("nos dois lados", "duplo") e phoreus ("carregador"), do verbo pherein ("carregar").
Fontes:
Tabela de Dressel
Roma Sotterranea
Internet Archeology
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Difusor de ambientes - Especial aromas da cozinha
Meu caro, raro e insubstituível leitor, como vai você? Eu vou muito bem, ainda mais com esses aromas em minha casa. Minha cozinha está com um cheirinho de limão, delicioso! Preparei exatamente essa novidade para você, aromas para cozinha, são eles: limão, laranja, cravo, canela, hortelã, manjericão, alecrim, entre outros. A cozinha com o aroma que você preferir o tempo todo. Não é incrível? Mais incrível ainda é não sentir mais aquele cheiro de fritura que geralmente fica impregnado na cozinha. Que dica boa, não é? Espero que goste! beijinhos
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